terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O Brasil não merece esse Congresso

Todo dia, enquanto tomo o café da manhã, leio alguns jornais. Sou professor universitário, especificamente da área de engenharia, logo faço isso mais por interesse próprio do que por necessidade profissional. No programa Custe o que Custar (CQC) da Band de segunda feira 30/11/2009 às 22:30, os apresentadores fizeram perguntas de atualidade, daquelas que qualquer um que leia jornal sabe, a vários integrantes do congresso nacional. É isso mesmo que você, caro leitor, está pensando: com honrosas exceções, como a do Paulo Maluf (neste caso nem tão honrosa assim), por exemplo, ninguém sabia de nada. Fico imaginando como aquelas figuras (e confesso, estou me contendo para não ofender) não sabem coisa com coisa e ainda querem legislar no Brasil. Desse jeito vai ser bem difícil sair do buraco. A iniciativa privada, alguns setores do funcionalismo federal, estadual e municipal e a maior parte da intelectualidade poderão fazer a sua parte, mas enquanto os nossos parlamentares não estejam minimamente informados, a decolagem do país como um todo se dificulta enormemente.
Até a próxima,

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O Muro de Berlim e a Ilha Cárcere (Cuba). Qualquer semelhança não é mera coincidência.

Acabo de assistir a uma reportagem do canal "History Channel" sobre o muro de Berlim. Foram inúmeras histórias de sofrimento do povo da Alemanha oriental tentando atravessar o muro. Soldados do lado “democrático” atirando para matar em seus próprios conterrâneos, inclusive mulheres e crianças. Senti a mesma raiva e impotência que sentia quando estava em Cuba. Sinto-me na obrigação moral de compartilhar a minha experiência de vida sob aquele regime imundo com todos os meus alunos e colegas. Em tempos de blogs e twitter isto é possível, embora não tenha qualquer experiência prévia com estes modernos mecanismos da web.
O objetivo é único e claro: cumprir com o meu dever cívico de contribuir para evitar, pelos médios ao meu alcance, que a raça humana volte a cometer erros do tamanho e a envergadura que foram a criação e implantação do comunismo no mundo.
Liberdade é tudo o que o homem que mora sob o manto dos regimes totalitários e simpatizantes não tem. Por isso as pessoas mais simples, sem qualquer vocação de aventureiros, correm os mais inimagináveis riscos para fugir dos seus próprios países. Afirmo aqui, publicamente e em voz alta, para quem quiser ouvir, “os maiores feitos do comunismo internacional foram a morte prematura e indesejada, por fome e violência oficial, de milhões de inocentes, e a desintegração forçada das células básicas da sociedade civil: as famílias”.
Por enquanto é só. Continuarei escrevendo as minhas opiniões sobre estes e outros temas da geopolítica em outras postagens.
Saudações