Acabo de assistir a uma reportagem do canal "History Channel" sobre o muro de Berlim. Foram inúmeras histórias de sofrimento do povo da Alemanha oriental tentando atravessar o muro. Soldados do lado “democrático” atirando para matar em seus próprios conterrâneos, inclusive mulheres e crianças. Senti a mesma raiva e impotência que sentia quando estava em Cuba. Sinto-me na obrigação moral de compartilhar a minha experiência de vida sob aquele regime imundo com todos os meus alunos e colegas. Em tempos de blogs e twitter isto é possível, embora não tenha qualquer experiência prévia com estes modernos mecanismos da web.
O objetivo é único e claro: cumprir com o meu dever cívico de contribuir para evitar, pelos médios ao meu alcance, que a raça humana volte a cometer erros do tamanho e a envergadura que foram a criação e implantação do comunismo no mundo.
Liberdade é tudo o que o homem que mora sob o manto dos regimes totalitários e simpatizantes não tem. Por isso as pessoas mais simples, sem qualquer vocação de aventureiros, correm os mais inimagináveis riscos para fugir dos seus próprios países. Afirmo aqui, publicamente e em voz alta, para quem quiser ouvir, “os maiores feitos do comunismo internacional foram a morte prematura e indesejada, por fome e violência oficial, de milhões de inocentes, e a desintegração forçada das células básicas da sociedade civil: as famílias”.
Por enquanto é só. Continuarei escrevendo as minhas opiniões sobre estes e outros temas da geopolítica em outras postagens.
Saudações