quarta-feira, 21 de abril de 2010

A história que não deve ser esquecida



O comunismo está de volta, não tenham a menor dúvida. As idéias centralizadoras e ditatoriais de alguns líderes latino-americanos da atualidade (Chávez, Morales, Correia, Ortega, etc), junto a um enorme contingente de seguidores que, por puro desconhecimento da história ou burrice, ou as duas juntas, se esforçam em apoiar os seus chefes no processo de implantação do que há de pior em organização socio-econômica, não deixam dúvida acerca do perigo real a que nossa geração se enfrenta. Na minha incessante luta para poupar aos nossos povos destas terríveis experiências, recomendo uma leitura cuidadosa da história da profa. Var Hong Ashe, sobrevivente do regime do Khmer Vermelho (http://www.opendemocracy.net/article/cambodia-surviving-the-khmer-rouge). Aqueles que prefiram em português recomendo a tradução do depoimento em (http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/).

O regime do Khmer Vermelho (pela cor dá para saber a orientação política que estes malucos tinham, basta lembrar-se da cor das camisas do nosso querido Chávez, ou mais próximo, dos nossos “aguerridos” militantes do MST) governou Camboja durante o período 1975-79. Até hoje o povo cambojano conta os seus mortos.


Qualquer traço de intelectualidade ou posse (inclusive marcas de relógio nos pulsos) era motivo suficiente para ser fuzilado ou decapitado pelos comunistas. Recentemente li que um dos ministros de Chávez pretende retirar uma lanchonete McDonalds do lugar em que ela se encontra pelo simples fato de que não combina com um busto de Fidel Castro que será erguido nas imediações. A comparação com os comunistas cambojanos pode parecer exagerada. A história mostra, no entanto meus caros leitores, que esses eventos simples, até divertidos, são o embrião das maiores catástrofes que a humanidade já vivenciou. Basta que os amantes da liberdade nada façam para que os comunistas percam completamente a noção e partam para o pior.

Saudações